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LAB · SINTÉTICO
Criatividade humana e máquina na mesma conversa.
Ei, Humano fala consigo por voz e lê a intenção; Gestão de Campanha mostra o que as evidências da peça sustentam.
Quem é a Labtech
Um laboratório para a comunicação entre pessoas e máquinas.
A Labtech é um laboratório independente de tecnologia aplicada. No Synthetic, reúne duas experiências construídas sobre a mesma base: linguagem, dados e inteligência artificial rodando em infraestrutura própria.
Ei, Humano estuda a conversa: o que a pessoa diz, com que intenção, em que contexto — e como responder com personalidade, sem transformar a conversa em interrogatório.
Gestão de Campanha estuda a comunicação publicitária: o que o anúncio mostra e diz, em qual rede funciona melhor e com que evidência se pode afirmar isso.
Em ambas, a regra é a mesma: toda afirmação carrega um selo. O que a fonte não sustenta aparece como lacuna, e o que ainda está em laboratório é apresentado como laboratório.
Rigor de investigação
Evidência com selo e fonte
O humano decide
Responsabilidade pelo resultado
Experiências
Duas experiências.
A mesma inteligência.
A conversa e a comunicação sob o mesmo método: ler com cuidado, medir o que dá para medir, citar a fonte e declarar o que ainda falta.
Ei, Humano
Uma conversa por voz entre humano e máquina: a máquina ouve, estima a intenção de quem fala e responde com personalidade própria — e cada resposta pode ser avaliada por quem conversou.
Conversa por voz
No aplicativo de mesa, você fala; a fala é transcrita na nossa GPU, a resposta volta em voz e o áudio é apagado. Só o texto fica, com a prova de que o som foi descartado.
Ver em detalheIntenção e contexto
Cada turno é lido para estimar intenção, intensidade, mudança de assunto e pergunta repetida. A leitura vira um plano de resposta que evita repetir perguntas e evita o interrogatório.
Ver em detalheLéxico e personalidade
Um léxico de 37 conceitos — epistémicos, conversacionais, criativos, sociais — dá à conversa um tom próprio: coloquial, sem jargão, com humor contido quando o assunto pede cuidado.
Ver em detalheCamadas de leitura
Afetiva, conversacional, profissional e limites: o ecrã mostra, turno a turno, o que cada camada leu — e declara a afetiva como ainda não implementada, em vez de fazer de conta.
Ver em detalheAprendizagem com as falas
Cada resposta pode receber «gostei» ou «não gostei» e uma crítica, que a IA reescreve com mais clareza. A cadeia vira exemplo curado — e nada é treinado sozinho: o exemplo só avança depois de validado.
Ver em detalheTaxonomia, semântica e ontologia
A próxima camada: conceitos e relações entre conceitos, para a conversa entender do que se fala e não só as palavras. O modelo de dados já existe; o motor que o usa ainda está em construção.
Ver em detalheGestão de Campanha
Inteligência aplicada à publicidade: o anúncio é lido por inteiro, cada afirmação traz o selo da evidência que a sustenta, e a decisão fica com quem conhece a marca.
Leitura da peça
Vídeo, imagem ou link público: a fala é transcrita, as cenas são lidas bloco a bloco por um modelo de visão e o resultado chega em etapas, ao vivo.
Ver em detalheRedes e canais
Instagram, TikTok, YouTube, Facebook e WhatsApp avaliados lado a lado. A rede escolhida vem com o motivo — e cada rede preterida também.
Ver em detalheSimulação de cenários
Pesos de audiência ajustáveis, sensibilidade e vencedor recalculado em tempo real, por um motor determinístico: o mesmo cenário dá sempre o mesmo resultado.
Ver em detalheEvidência com selo
Confirmado, hipótese, lacuna, divergência: cada leitura de público sai marcada, com o teste que a derrubaria e o trecho da peça que a sustenta.
Ver em detalheBase científica
Referências conferidas uma a uma sustentam os critérios da análise — e as que não resistiram à conferência foram retiradas, com registo do motivo.
Ver em detalheSugestões e roteiro
Sugestões objetivas para a peça e um guião reescrito pela IA, para quem decide comparar a versão original com uma alternativa.
Ver em detalheCritérios de sucesso e fracasso
A próxima etapa: comparar campanhas entre si e aprender com casos de sucesso e de fracasso. Ainda não construída — e por isso apresentada aqui como laboratório.
Ver em detalheEm detalhe
Uma secção para cada capacidade.
O que cada parte faz, como foi construída e em que estágio está — incluindo o que ainda está em laboratório.
Conversa por voz
O que faz
No aplicativo de mesa, você fala; a fala é transcrita na nossa GPU, a resposta volta em voz e o áudio é apagado. Só o texto fica, com a prova de que o som foi descartado.
Como construímos
Uma conversa por voz entre humano e máquina: a máquina ouve, estima a intenção de quem fala e responde com personalidade própria — e cada resposta pode ser avaliada por quem conversou.
Intenção e contexto
O que faz
Cada turno é lido para estimar intenção, intensidade, mudança de assunto e pergunta repetida. A leitura vira um plano de resposta que evita repetir perguntas e evita o interrogatório.
Como construímos
Uma conversa por voz entre humano e máquina: a máquina ouve, estima a intenção de quem fala e responde com personalidade própria — e cada resposta pode ser avaliada por quem conversou.
Léxico e personalidade
O que faz
Um léxico de 37 conceitos — epistémicos, conversacionais, criativos, sociais — dá à conversa um tom próprio: coloquial, sem jargão, com humor contido quando o assunto pede cuidado.
Como construímos
Uma conversa por voz entre humano e máquina: a máquina ouve, estima a intenção de quem fala e responde com personalidade própria — e cada resposta pode ser avaliada por quem conversou.
Camadas de leitura
O que faz
Afetiva, conversacional, profissional e limites: o ecrã mostra, turno a turno, o que cada camada leu — e declara a afetiva como ainda não implementada, em vez de fazer de conta.
Como construímos
Uma conversa por voz entre humano e máquina: a máquina ouve, estima a intenção de quem fala e responde com personalidade própria — e cada resposta pode ser avaliada por quem conversou.
Aprendizagem com as falas
O que faz
Cada resposta pode receber «gostei» ou «não gostei» e uma crítica, que a IA reescreve com mais clareza. A cadeia vira exemplo curado — e nada é treinado sozinho: o exemplo só avança depois de validado.
Como construímos
Uma conversa por voz entre humano e máquina: a máquina ouve, estima a intenção de quem fala e responde com personalidade própria — e cada resposta pode ser avaliada por quem conversou.
Taxonomia, semântica e ontologia
O que faz
A próxima camada: conceitos e relações entre conceitos, para a conversa entender do que se fala e não só as palavras. O modelo de dados já existe; o motor que o usa ainda está em construção.
Como construímos
Uma conversa por voz entre humano e máquina: a máquina ouve, estima a intenção de quem fala e responde com personalidade própria — e cada resposta pode ser avaliada por quem conversou.
Leitura da peça
O que faz
Vídeo, imagem ou link público: a fala é transcrita, as cenas são lidas bloco a bloco por um modelo de visão e o resultado chega em etapas, ao vivo.
Como construímos
Inteligência aplicada à publicidade: o anúncio é lido por inteiro, cada afirmação traz o selo da evidência que a sustenta, e a decisão fica com quem conhece a marca.
Redes e canais
O que faz
Instagram, TikTok, YouTube, Facebook e WhatsApp avaliados lado a lado. A rede escolhida vem com o motivo — e cada rede preterida também.
Como construímos
Inteligência aplicada à publicidade: o anúncio é lido por inteiro, cada afirmação traz o selo da evidência que a sustenta, e a decisão fica com quem conhece a marca.
Simulação de cenários
O que faz
Pesos de audiência ajustáveis, sensibilidade e vencedor recalculado em tempo real, por um motor determinístico: o mesmo cenário dá sempre o mesmo resultado.
Como construímos
Inteligência aplicada à publicidade: o anúncio é lido por inteiro, cada afirmação traz o selo da evidência que a sustenta, e a decisão fica com quem conhece a marca.
Evidência com selo
O que faz
Confirmado, hipótese, lacuna, divergência: cada leitura de público sai marcada, com o teste que a derrubaria e o trecho da peça que a sustenta.
Como construímos
Inteligência aplicada à publicidade: o anúncio é lido por inteiro, cada afirmação traz o selo da evidência que a sustenta, e a decisão fica com quem conhece a marca.
Base científica
O que faz
Referências conferidas uma a uma sustentam os critérios da análise — e as que não resistiram à conferência foram retiradas, com registo do motivo.
Como construímos
Inteligência aplicada à publicidade: o anúncio é lido por inteiro, cada afirmação traz o selo da evidência que a sustenta, e a decisão fica com quem conhece a marca.
Sugestões e roteiro
O que faz
Sugestões objetivas para a peça e um guião reescrito pela IA, para quem decide comparar a versão original com uma alternativa.
Como construímos
Inteligência aplicada à publicidade: o anúncio é lido por inteiro, cada afirmação traz o selo da evidência que a sustenta, e a decisão fica com quem conhece a marca.
Critérios de sucesso e fracasso
O que faz
A próxima etapa: comparar campanhas entre si e aprender com casos de sucesso e de fracasso. Ainda não construída — e por isso apresentada aqui como laboratório.
Como construímos
Inteligência aplicada à publicidade: o anúncio é lido por inteiro, cada afirmação traz o selo da evidência que a sustenta, e a decisão fica com quem conhece a marca.
Da conversa à decisão